lunes, 27 de diciembre de 2010

Marina e Mariana

De Vida da minha vida

Homanaje Póstumo a Don Guillermo Cházaro Lagos en Tlacotalpan.



Acuerdo, homenaje póstumo a Don Guillermo Cházaro Lagos.
gerardomora en Gacetas del año 2010. con fecha 31/marzo/2010 - 0 comentarios

C O N S I D E R A N D O.
(...)
Que destacó como figura señera de la literatura desde sus
primeras obras de poesía: Canto Nuevo y Segundo Ritmo, lo
que después prosiguió con éxito mediante diversos ejercicios
de prosa y verso, hasta evolucionar y convertirse en el más
destacado exponente de la trova de la llanura del Sotavento,
"el soñador y aventurero", "el marinero del Papaloapan" y "el
vaquero de sus llanuras", haciendo honor a su afortunada expresión,
plena de modestia: "Nada tengo que hacer en la academia
ni en cenáculos de poetas. La trova ganó mi vida y se las
dejo cantada".

Que gracias a esas actividades creativas, se convirtió en
una luz orientadora de la décima sotaventina, recorriendo incansablemente
el Estado, otras entidades de la República y
países hermanos del Mar Caribe, particularmente Cuba, donde
destacó siempre su asistencia a las fiestas tradicionales, hecho
que le hizo merecedor de una distinción especial por parte de
los dirigentes de las instituciones culturales de dicho país.

Sus publicaciones Cantos del Papaloapan y Como la Palma
del Llano, se convirtieron en símbolo y emblema de la
trova y la música jarocha, dando relevancia internacional a la
producción artística y literaria de la Cuenca, al grado de merecer
la creación de una Medalla, que lleva el nombre de Don
GUILLERMO y que se otorga a quienes contribuyen en la difusión
de esas expresiones culturales.

Que por la aportación extraordinaria de Don GUILLERMO,
toda la región de la Cuenca consolidó su identidad y pudo
presentarse con sus mejores galas artísticas a nivel nacional e
internacional, constituyéndose en ejemplo de permanente admiración
y respeto; sin hipérbole alguna, en un ser merecedor
de la veneración popular y del orgullo de todos los
veracruzanos.

Que por todo lo anterior, he tenido a bien dictar el siguiente:
Acuerdo por el que se dispone un HOMENAJE póstumo a
Don GUILLERMO Cházaro Lagos, en toda la entidad y particularmente
en las regiones del Sotavento, la Cuenca del
Papaloapan y Los Tuxtlas.

domingo, 16 de mayo de 2010

Ana Vite da Tavola


Esta é minha amiga Ana Vite com sua filha a pequena Valentina, muito obrigado por deixarnos participar na última noite da Tavola com todos os outros músicos e cantoras do Jazzuv.
Vou ter muita saudade das noites de música e dança até o amanhecer. Seus abraços e seu sorriso hâo provocado imensidade de alegrias no me coraçâo e fico muito contente de ter sua amizade.  Desejo-lhe o melhor em seu próximo trabalho continuando em sua labor muito boa da promoçâo dos novos músicos e artistas desta nossa cidade e outros lugares do mundo inteiro.

Muitos beijos e abraços.
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miércoles, 5 de mayo de 2010

Receita de Mulher


As muito feias que me perdoem.
Mas a beleza é fundamental. É preciso
Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Cualquer coisa de dança, cualquer coisa de houte couture
Em tudo isso (ou entâo
Que a mulher se socialize elegantemente em azul, como na Republica Popular Chinesa).
Nâo hà meio termo possivel. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que subito
Tenha-se a impresâo de ver uma garça apenas pousada e que um rostro
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso e absolutamente preciso
Que seja tudo belo e inesperado.É preeciso que umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como o âmbar de uma tarde. Ah, deixa-me dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante um pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rostro que lembre um templo e
Seja leve como un resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas, Nádegas é importantíssimo. Olhos, entâo
Nem se fala, que olhem com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que os ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar as pernas, e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras
É com um rio sem pontes. Indispensável
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteja em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressâo greco-romana, mais que gótica ou barroca
E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas.
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebal
Levemente à mostra; e que exista um grande latifundio dorsal!
Os membros que terminen como hastes, mas bem haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
no entanto sensível à caricia em sentido contrario.
É aconselhavel na axila uma doce relva com aroma própio
Apenas sensivel (um mìnimo de produtos farmacêuticos!)
Preferiveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressâo
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher nâo lembre
Flores sem misterio. Pés e mâos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser fresca nas mâos, nos braços, no dorso e na face
Mas que as concavidades reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37º centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras
Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferencia grandes
E de rotaçâo pelo menos tâo lenta quanto a da terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um imvisivel muro de paixâo
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em principio alta
Ou caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos pincaros
Ah, que a mulher dê sempre a impressâo de que se se fechar o olhos
Ao abri-los ela nâo estará presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, nâo venha; parta, nâo va
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela nâo perca nunca, nâo importa em que mundo
Nâo importa em que circunstâncias, a sua infinita voluvilidade
De pássaro; e que acariciado no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossivel perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudivel canto
Da sua combustâo; e nâo deixe de ser a eterna dançarina
Do efêmero; em sua incalculável imperfeiçâo
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criaçâo inumerável.

Vinicius de Moraes.

Nossa apresentação na "Tentación"


Minha Amiga Nohemi

Esta é com a Nohemi Ferreyro despois de seu Aniversario que ela festejó na "Tentación" onde fui convidado para cantar com minha amiga Luda a música do Brasil. Essa foi a primeira vez que eu me apresentaba num Antro Cultural, agora foi convidado de novo por minha cara amiga Ana Vite da Tavola. Vamos participar com todas as Cantoras do Jazzuv, a Messe, Ana Sánchez y Beto Cobos e outros mais. Nois vamos abrir a noite dessa longa lista de aqueles que vâo participar. Sinto muita emocâo e muita alegria.

Não importa

Não importa onde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível recomeçar.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida e,
o mais importante...
Acreditar em você de novo

Carlos Drummond de Andrade

domingo, 11 de octubre de 2009

Minha cara amiga /\\/

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Quizá porque mi niñez sigue jugando en tu playa, y escondido tras las cañas duerme mi primer amor, llevo tu luz y tu olor por donde quiera que vaya, y amontonado en tu arena guardo amor, juegos y penas.
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Ivan, Ana, Pollo, Gaby et moi



En casa de Gaby después de su regreso de Guadalajara a Xalapa, nos invitó a su casa a comer unas ricas tortas ahogadas.
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miércoles, 7 de octubre de 2009

Música para Relajarse

Zakir Hussain is a poet of the tabla, but as this album makes clear, his interests extend far beyond Indian classical music. He's joined here by an international cast of players, each of whom lends a different influence to the proceedings. While the dynamic remains largely on the low end, preserving the music's meditative quality, there are elements of jazz (Jan Garbarek's liquid sax lines) and folk (John McLaughlin's pastoral acoustic guitar).

These more Western influences contrast nicely with Hussain's tablas, which seem to tell a slowly unfolding story to the listener. Famed flautist Hariprasad Chaurasia navigates the middle ground between Garbarek's jazzy explorations and the traditional Indian bent of Hussain. While MAKING MUSIC would fit comfortably alongside the languid, atmospheric jazz that makes up the bulk of ECM's catalogue, Hussain's music is a singular animal--an utterly unique hybrid.

Danzas de Gurjieff

martes, 22 de septiembre de 2009